
A bola branca insiste em entrar na caçapa antes da minha ultima tacada. Segundo jogo perdido em uma noite! Sabe de uma coisa? Começo a achar que minha carreira de jogadora de sinuca chegou ao fim. Pelo menos durante as férias. A da minha parceira Vivs então, nem começou...
Cristiano, meu oponente começa a se chacoalhar numa dancinha comemorativa pra lá de esquisita e, no meio da brincadeira já avisa: - "Perdedorassss, nossa cerveja acabou!!! Quem vai providenciar?"
Quando volto ao meu posto com a garrafa cheia na mão, olho para a mesa ao lado e vejo alguém me observando. Dois olhos bem vivos, cheios de malícia apontados para mim. A segunda impressão é boa, cabelos soltos, sorriso aberto. A terceira impressão então, nem se fala. Ombros largos, na medida certa. Meu número! – já pensei. Será que terei menos azar ao longo da noite?
Mais uma partida. Depois do quarto copo e mais duas trocas de olhares, sinto que minha concentração no jogo foi para o beleléu. A bola branca insiste em entrar na caçapa antes da hora. Já nem ligo para o trágico acontecimento. Dany, namorada de Cris olha para fora do bar e pede, com um ar de tédio:- "Pessoal, vamos fazer outra coisa? Cansei..."
Peguei meu copo e, me despedi com uma ultima troca de olhares para o rapaz da mesa ao lado. Até que eu me divirto nesses momentos ... Mesmo se a investida não é bem sucedida, trocar olhares sempre foi um passatempo gostoso. Mas sempre fico na maior cautela, pois o histórico de caras que já paquerei assim e, ao abrirem a boca o encanto era perdido de tal forma, que acho até melhor ficar só nessa...
Saímos do bar e fomos andando pelas ruas da pequena vila. Chegamos até um inferninho bem convidativo. Muvuca de gente dançando e se roçando, meninas de short curto se oferecendo para os bombados, musica um pouco diferente das de costume, mas tudo bem interessante de se observar. Cris acende um bagulho bem cheiroso no meio da pista. – Bah, guri! Não to fazendo nada mesmo... também vou participar do ritual da maconha, né? – Brinquei, forçando o sotaque local. Cerveja e bagulho... mistura perigosa para a minha pessoa. Pra piorar, bate aquela vontade de ir ao banheiro. Lá vou eu, atravessar toda aquela multidão com as pernas bambas...
Na saída, adivinhe quem eu vejo? O guri da sinuca! (hehehe, eu levo o maior jeito para esse sotaque!)Volto para a roda com aquele meu andar ridículo, toda alegrinha. Mais maconha, mais cerveja, mais doideira. Olho para o lado e quem me puxa? Ele mesmo...
– Olá! Eu estava aqui pensando se deveria chegar perto de você. Daí, vi sua galera tão animada e me identifiquei! (Ops, já vi que ele também gosta de um bagulho).
- Que legal! E aí? Qual o teu nome? Quantos anos? O que faz da vida? Bláblábláaaaa...
- Ah, chamo Alan, sou de Porto Alegre, estudo engenharia civil, mas moro na Califórnia, pego onda, blablablabla ... ( bah, que coisa interessante, não? Heheheheee. Acho que gostei dele, de verdade!)
Nessa hora, Vivs me cutuca... - Suh, esse cara é bem novinho, não acha? (O que será que ela quis dizer com isso??? Me chamou de velha!) Eu retruco: - Ah, sei La... to de férias, tão longe de casa! E ele até que é gostosinho, não?? - Ok. Mas lembre-se, pedofilia é crime! (Aiii, adoro o senso de humor da minha amiga. Quando ela dá pra me censurar então... )
- E ai? Gostei de você! Nem esperava esbarrar de novo, foi sorte te ver aqui.
-É mesmo? Que coisa... Papo vai, papo vem. Observo tudo nele. Boca sorridente e convidativa, cabelo rebelde encaracolado, desses de anjinho. É um guri, sim... Mas já é tarde demais para pensar nisso, me sinto muito atraída por ele. Sem falar que gostei da ousadia de me puxar pra conversa. Resolvo ousar também: - Quer dar uma volta? Essa música ta alta pra conversar...
- Claro! (Ele fica todo animado). Sabe, eu conheço bem esse lugar, cresci passando as férias aqui.
- É mesmo? Nossa, é o paraíso (e é mesmo). Bom, você poderia me levar pra algum lugar bacana, em? – Ele concordou e fomos andando por uma rua estreita, até chegarmos ao alto de um monte. Ele me convidou para sentar e, me deu um beijo de supetão. Um beijo ansioso, com uma certa dose de fúria. Parecia querer me engolir. Eu fiquei nervosa, mas retribuí da melhor forma que pude. Senti um gosto muito bom, além de uma energia forte. Há tempos não ficava em um estado de embriaguês tão gostoso com um beijo. Minhas pernas tremeram, meu corpo amoleceu. Senti um frio na espinha e um calor vindo de dentro.
Quando vejo, já estou atracada ao menino surfista. Suas mãos passam por dentro da minha blusa, num movimento brusco, passeiam devagar pela minha barriga e cintura. Nossa como ele é ágil! Não consigo impedir nenhuma de suas investidas. Suas mãos são quentes, seu corpo gostoso de enroscar. A boca, antes tão convidativa, agora me satisfaz em um beijo delicioso e hipnótico. Ficamos uns 20 minutos muito ocupados nessa maravilhosa tarefa. Não consigo me controlar e solto:
- Nossaaaaa, que beijo bom! .
- Eu adorei também! - Conta o menino, com seu sotaque do sul e um sorriso mais malicioso que antes.
- Quantos anos você tem? – Pergunto.
- Vinte e dois. E você?
- Sou mais velha que você. Tenho 27. (Mas pareço ter 15 de novo ... ai que delícia! Ao mesmo tempo, me vem certo medo de ter que bancar a professora. Não levo jeito pra isso.)
- Mas não me importo com essa diferença. E você?
- Claro que não... (Tomara que não! Afff...) Vamos dar mais uma volta? Quero conhecer mais o paraíso...
Andamos por mais alguns minutos e chegamos a um vale que terminava de frente para o mar. De um lado, algumas casas bem distantes, do outro, um pequeno cemitério. As ondas estavam agitadas, o vento frio fazia canções macabras nos nossos ouvidos. Talvez fossem os mortos reclamando a nossa presença naquela hora da madrugada. Mas eu estava muito excitada para me preocupar com qualquer barulho. Sentamos de novo em cima de uma pedra, diante a bela vista.
- Você é linda, sabia? Adorei sua bunda...
- Também te achei lindo...
Os beijos voltaram a acontecer ainda mais nervosos que antes. As mãos de André passeavam por todo o meu corpo. Minha boca, quando largava a sua, procurava o pescoço e as orelhas. Acho que ele se arrepiou. Eu também. – Nossa você ta me deixando muito excitada!
- Ahhh, é? Então deixa eu te mostrar o que você fez comigo...
Ele pegou minha mão e levou até sua perna. Em cima da calça jeans descobri um volume maravilhoso. Quase me assustei! Havia ali uma arma muito bem escondida. Não um brinquedinho de menino, como talvez pudesse aparentar. Uma surpreendente arma, muito bem carregada e pronta para o pecado. Por cima da roupa, senti sua fantástica proporção, tão bem escondida por traz daquele sorriso maroto de um ser quase angelical! Que descoberta surpreendente! Como as aparências enganam... Fiquei um segundo sem reação sobre o que eu deveria fazer. Mas logo pensei: "Foda-se! Estou de férias... E ta bom mesmo!"
Ele me deitou na pedra, com todo o carinho e cuidado que um anjo poderia ter. Mas em seguida, suas atitudes não foram tão angelicais. Puxou minha blusa e começou uma série de beijos por minha barriga e umbigo. Sua língua começou a passear com vontade por aquela região. Eu estava entregue aos meus arrepios. Suas mãos abriram minha calça, numa rapidez tão grande que senti apenas seus dedos já explorando meus pêlos e meu caminho do prazer. Sem pedir permissão, ele abriu minha flor delicadamente e, com suas carícias, chegou ao meu botão. Em poucos segundos eu estava gemendo, sem controle algum.
Perdi minha sanidade. Puxei-o pela camisa com força, arranquei uma mordida do seu pescoço. Abri sua calça e manuseei com vontade aquele pau deliciosamente grande. Quando eu vi, estava em cima da pedra, completamente nua e entregue. Ele também tirou a roupa e pôs-se a explorar meu corpo. Abriu minhas pernas e começou a examinar minha flor de perto. Em seguida, passou a me beijar lá. Lambia e sugava com vontade. Parecia que ia devorar tudo, sem deixar alguma sobra para qualquer prazer que eu pudesse ter no futuro. Meu corpo queimava em chamas, eu estava completamente molhada e pedia mais.
Ele me puxou pela cintura, posicionou as roupas em baixo do seu joelho, e aproximou sua arma, que estava apontada para mim. Parecia que pedia para me explorar. Ele então mirou e começou a encaixar aos poucos, atravessando a minha carne bem devagar. Parecia que ele sabia os estragos que poderia causar se não fosse com calma. Em movimentos suaves ele pôs-se a me devorar com vontade. Eu abria minhas pernas e, com os tornozelos encaixados na sua cintura rebolava pedindo mais e mais. As suas mãos, que antes me tocavam com todo o cuidado, passam a apertar minha carne com fúria. Suas unhas agarram minha bunda de uma forma tão violenta, que os dedos ficaram ali marcados por alguns minutos. Em êxtase total, eu rebolava ainda mais rápido. Querendo mais, comecei a gemer no seu ouvido.
Ele parecia estar ainda mais enfurecido. Pegou minha perna e levou até seu pescoço. Seu pau enorme agora havia entrado todinho dentro de mim, sem nenhuma cautela. Senti uma dor forte. Uma dor gostosa, misturada com muito prazer. Minha outra perna foi até o pescoço. Nesse momento ele passou a me fuder com muita vontade. Minha flor agora estava adaptada ao tamanho da sua arma, cada vez mais sedenta das suas investidas. Sua força era tamanha, que parecia que nossas carnes iam misturar uma na outra. Era uma sensação maravilhosa. Não demorou e gozei tão gostoso, que achei que ia perder a respiração. Ele estava tão compenetrado nas investidas, que nem percebeu o meu prazer. Eu não quis incomodar. Deixei-o me devorando com vontade, com força. Até o momento da explosão. E que explosão!!!
Depois deste dia descobri que, adoro sexo em lugares completamente inusitados, estranhos. Sexo não programado... Nossa, que saudade das férias!














